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65 anos de criação do BNDES

quinta-feira, 22 de junho de 2017.
Fonte: ANFAC

A convite do Presidente do BNDES, Paulo Rabello de Castro, o Presidente da ANFAC, acompanhado pelos Conselheiros Carlos Alberto Gomes Silva e Marcelo Katz, participou, na manhã do último dia 20 de junho, da solenidade comemorativa dos 65 anos daquele Banco, em sua sede no Rio de Janeiro, prestigiada por várias autoridades federais e funcionários do Banco.

Na abertura do evento, Paulo Rabello de Castro fez uma retrospectiva histórica do BNDES ressaltando o importante papel da instituição criada pela Lei nº 1628, de 20 de junho de 1952, para fomentar as atividades econômicas básicas imprescindíveis ao crescimento do Brasil.

Em seguida, deu a palavra aos debatedores, que discorreram sobre vários aspectos de suas respectivas atividades no cenário econômico nacional. Foram eles: Paulo Cafarelli, Presidente do Banco do Brasil; Embaixador Pio Borges, ex-Presidente do BNDES; Ministro Augusto Nardes, Presidente do TCU; ex Senador Cesar Borges, Presidente da ABCR; Paulo Skaf, Presidente da Fiesp e Luiz Lemos Leite, Presidente da ANFAC e FEBRAF.

O Presidente da ANFAC, por sua vez, aproveitou a oportunidade para rememorar fatos históricos e pitorescos por ele vivenciados nos primórdios da existência do BNDE, ainda sem o "S" - de Social.

Em sua alocução, o Presidente da ANFAC, dentre as citações destacou que, naqueles anos de 1952/1953, como funcionário da antiga SUMOC - Superintendência da Moeda e do Crédito (órgão criado pelo Presidente Getúlio Vargas, 1945, que precedeu o Banco Central), trabalhava no gabinete do Diretor Executivo, Jose Soares Maciel Filho, que acumulava funções de Diretor Superintendente do BNDE, quando teve o privilégio de participar de profícuas reuniões naquele Banco sobre projetos de infraestrutura que demandavam apoio financeiro.

À tarde, os representantes da ANFAC reuniram-se, por decisão do Presidente Paulo Rabello de Castro, com técnicos do Banco quando puderam fazer-lhes uma exposição sobre os 35 anos de atividade do fomento comercial, suas conquistas técnico-operacionais e sobre a capacidade do fomento comercial de irrigar, com sua peculiar capilaridade, segmentos da economia em toda vastidão do território brasileiro.

Desse encontro resultou a ratificação já feita anteriormente ao Presidente de colocar a ANFAC à disposição das áreas técnicas do BNDES para iniciar um trabalho de aproximação, fornecendo-lhes amplos dados sobre a relevante função socioeconômica do fomento comercial para, então, promover estudo conjunto da viabilidade de concretizar projetos com o BNDES que tenham por objetivo desenvolver e aprimorar a capacidade dos "micro desenvolvedores" e também das pequenas e médias empresas.