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A ANFAC participa do evento "Conferência Visão 2035: Brasil Desenvolvido", realizado pelo BNDES

quinta-feira, 22 de março de 2018.
Fonte: MASSMEDIA COMUNICAÇÃO

O que é necessário para destravar, potenciar e transformar a economia brasileira? Esta foi a pergunta feita a representantes dos principais setores da economia do país, incluindo o fomento comercial, representado pelo presidente da ANFAC, Luiz Lemos Leite, em encontro promovido pelo BNDES, nesta terça-feira (20), no Rio de Janeiro.
 
O evento liderado pelo presidente do banco de fomento, Paulo Rabello de Castro, foi o marco para o lançamento da série de livros "Visão 2035: Brasil, país desenvolvido", resultado de um planejamento estratégico para o país, pelos próximos 17 anos. A iniciativa inspirou o tema do encontro, que teve o intuito de fazer os líderes das principais entidades do país refletirem sobre as condições possíveis de seus respectivos setores impulsionarem o quadro econômico, mediante a retomada já a partir deste ano.
 
Entre os participantes estavam representantes da Confederação Nacional da Indústria (CNI), da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), de diferentes classes empresariais e trabalhadoras, os ex-ministros Ozires Silva (que já comandou as pastas da Infraestrutura e das Comunicações, nos anos 1990, fundador da Embraer e ex-presidente da Varig e Petrobras), Alison Paulinelli (ex-ministro da Agricultura e fundador da Embrapa), o presidente da Fundação Alexandre de Gusmão (FUNAG), embaixador Sérgio Moreira Lima, o presidente da Fundação Getúlio Vargas, Carlos Ivan Simonsen Leal e o General Villas Boas, Comandante do Exército, entre outros nomes importantes.
 
O BNDES conduziu o encontro de forma dinâmica, inserindo os convidados em reflexões em três patamares para as análises setoriais: o primeiro, "O que seria necessário para destravar o setor"; segundo, "O que deveria acontecer para potenciar esse setor da economia", e por último, vislumbrando o futuro, "O que fazer para não só acelerar, mas, sobretudo, transformar o setor".
 
De acordo com o plano estratégico apresentado pelo banco, existem quatro setores capazes de gerar grande impulso até 2035: demanda interna, como o setor de alimentos e bebidas; políticas públicas, como o de biocombustíveis; o próprio governo, por poder destravar segmentos importantes como água e saneamento, para facilitar a expansão de municípios; e a demanda externa, já que as exportações e os preços externos influenciam na dinâmica do setor.
 
 A ANFAC, por atuar há 36 anos no mercado e pelo peso do fomento comercial na economia brasileira, no exercício de sua função institucional, representou todo o setor no encontro promovido pelo BNDES. "Percebo que este é o lançamento da visão do futuro do Brasil. São desafios que temos que enfrentar e temos grandes responsabilidades pela frente, que valem a pena. O país já não está em recessão econômica e, por isso, temos plenas condições de atingir as metas propostas pelo programa", avalia Luiz Lemos Leite, presidente da ANFAC.