NOTÍCIAS

Notícias gerais e sobre o mercado de recebíveis – Fomento comercial

 

O impacto positivo do fomento comercial na economia

quinta-feira, 05 de abril de 2018.
Fonte: MASSMEDIA COMUNICAÇÃO

Por Luiz Lemos Leite
Presidente da Associação Nacional de Fomento Comercial (ANFAC)

O Brasil acaba de sair de uma grande recessão, que teve forte impacto negativo sobre a atividade econômica. Empresas e trabalhadores enfrentaram, durante meses, as agruras da falta de crédito ao desemprego; da queda do PIB à redução dos investimentos. A saída desse ambiente, que penaliza os negócios, a produção, o consumo, em suma, a vida de toda a Nação, foi possível por uma série de fatores, que vão desde a competente atuação da atual equipe econômica, que puxou para baixo a inflação e os juros básicos, refazendo as bases para um ambiente de negócios saudável, até o trabalho firme e incansável de entidades empresariais, entre elas a ANFAC (Associação Nacional de Fomento Comercial).
 
O fomento comercial é um mecanismo de inequívoco valor agregado à economia. Sua capacidade de apoiar cadeias produtivas se consolidou nos 36 anos da ANFAC, comemorados em 2018, a partir de suas múltiplas modalidades operacionais - factoring, fundo de recebíveis, securitização de crédito e outras atividades afins. Essa posição pode ser medida pelo valor de giro da carteira das operações de fomento na modalidade convencional de compra de recebíveis originários de vendas mercantis.
 
No período compreendido entre 2016/2017, dados da ANFAC indicam que um giro da carteira da ordem de R$ 300 bilhões em operações de Factoring, Fundos de Investimento em Direitos Creditórios e Securitizadoras de Crédito, lastreadas em recebíveis, originados de transações mercantis efetuadas por 200 mil pequenas e médias empresas, vocação histórica do fomento comercial, o que contribuiu para a preservação de cerca de 3 milhões de empregos diretos e indiretos.

A expectativa positiva dos agentes econômicos sobre a volta do crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) em 2017, o que realmente ocorreu, ficou em 1%, segundo dados divulgados pelo IBGE, e 2018, que deve ficar próximo a 3%, segundo análises mais recentes, deve se refletir nos números da ANFAC. É certo que o cenário político ainda inspira cuidados. Os partidos estão em plena atividade para definição de seus candidatos às eleições presidenciais e ainda não se sabe como se dará a renovação do Congresso Nacional, fator importante para aprovação das reformas inadiáveis e essenciais, como a tributária e da previdência social. Mesmo assim, acreditamos na força das instituições, na capacidade dos empresários para ampliar seus negócios e no fomento comercial como ferramenta imprescindível para o fortalecimento da economia brasileira e desenvolvimento do país.